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Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2009
Jesus e a rigidez

 

“Toda a pessoa radical não consegue fazer uma leitura multifocal da memória e extrair informações que lhe permitam pensar noutras possibilidades além daquela na qual rigidamente pensa. Jesus foi vítima do preconceituosismo dos líderes de Israel. Eles estavam presos nas suas mentes. Não conseguiam ver nele nada mais do que um agitador, um revolucionário ou então um nazareno digno de desprezo.
            A rigidez é o cancro da alma. Ela não apenas fere os outros, mas pode transformar-se na mais drástica ferramenta autodestrutiva do Homem. Até pessoas interiormente belas podem-se autoferir muito, se forem rígidas e estreitas na maneira de pensar os seus transtornos psíquicos. Em psicoterapia, uma das metas mais difíceis de ser alcançada é romper a rigidez intelectual dos pacientes, principalmente se estes já passaram por tratamentos frustrantes, e levá-los a abrir as janelas das suas mentes e a renovar as suas esperanças.
            As pessoas que acham que o seu problema não tem solução criam uma barreira intransponível entro de si mesmas. Assim, até doenças tratáveis, como a depressão, o transtorno obsessivo e a síndroma do pânico, tornam-se resistentes.
Não importa o tamanho do nosso problema, mas a maneira como o vemos e enfrentamos. Precisamos de libertar as nossas inteligências e encarar as pessoas, os conflitos sociais e as dificuldades da vida sem medo, de maneira aberta e multifocal.
            A esperança e a capacidade de se colocar como aprendiz diante da vida são os adubos fundamentais do sucesso.
O Mestre de Nazaré queria produzir um Homem livre, sempre disposto a aprender e cheio de esperança. Pretendia desobstruir a mente daqueles que o circundavam, tanto dos seus seguidores como dos seus opositores. Estava sempre a querer hastear a bandeira da liberdade das pessoas, por isso aproveitava todas as oportunidades do pensamento, o que fazia dele um Mestre inigualável.
Nós provocamos as pessoas rígidas e tornamo-las mais agressivas ainda. Ele, pelo contrário, com brandura, instigava a inteligência deles e acalmava as águas da emoção.”
 
Augusto Cury (Psiquiatra, Psicoterapeuta e Cientista teórico) em “O Mestre da Sensibilidade”
 
Florbela Nunes (aluna do 3º ano de Ciência das Religiões)
publicado por Re-ligare às 11:24
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