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Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009
Livre por fora e preso por dentro

 

“Sócrates foi um dos filósofos mais inteligentes que pisou a terra. Foi um amante da arte da dúvida. Questionava o mundo que o circundava. Perguntava mais do que respondia e por isso, não poucas vezes deixava a mente dos Homens mais confusa do que antes. A ele atribui-se a frase “conhece-te a ti mesmo”. Sócrates não escreveu nada sobre si, mas os filósofos ilustres que cresceram a seus pés, dos quais se destaca Platão, escreveram sobre ele.
Devido ao incómodo que as suas ideias causaram na sociedade grega, Sócrates foi condenado à morte. Alguns acreditam que ele teria sido poupado se tivesse restaurado a antiga crença politeísta; se tivesse guiado o bando dos seus discípulos para os templos sagrados e sacrificado aos deuses de seus pais. Mas Sócrates considerava isso uma orientação perdida e suicida[1]. Acreditava num só Deus e tinha esperanças de que a morte não iria destruí-lo por completo. Por se contrapor ao pensamento reinante na sua época, esse dócil filósofo foi condenado a tomar cicuta, um veneno mortal.
Se negasse as suas ideias, seria um homem livre. Mas não queria ser livre por fora e preso por dentro. Optou por ser fiel às suas ideias e morrer com dignidade”.
 
Augusto Cury (Psiquiatra, Psicólogo e Cientista Teórico) em “O Mestre da Sensibilidade”
 
Florbela Nunes (Aluna do 3º Ano da Licenciatura de Ciência das Religiões)


[1] (DURANT, WILL, História da Filosofia, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1995)
 
publicado por Re-ligare às 17:52
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